Os futuristas se esforçavam ao máximo em negar o passado. Entusiastas do manifesto redigido por Marinetti, louvando a juventude, as máquinas, o movimento, a energia e a velocidade, atacavam as técnicas clássicas na pintura e, de outra parte, aquilo que chamavam de modernismo superficial na arte de secessão.



 

 

 

 


Umberto Boccioni e outros, pensavam que a Itália estava aprisionada pela reminiscência de suas glórias passadas e que devia dar um passo rumo ao futuro.


Cartaz de Boccioni para um concerto futurista de Balilla Pratella.

 

 

Giacomo Balla procura, na pintura, o efeito do ritmo dinâmico, decompondo o movimento nas suas diferentes fases:
- Árvores mutiladas - (1918; coleção Gianni Mattiolo, Milão).

 

 

Luigi Russolo
Dinamismo de Um Automóvel, (1911)

 

 

Umberto Boccioni
Forças de Uma Rua, (1911) - Óleo s/ tela. 1,00 x 1,80 m. Coleção do Dr. Hanggi, Basiléia. A pintura e escultura de Boccioni, durante o seu breve período de atividade futurista, varia consideravelmente, à medida que tenta conseguir a síntese dos elementos físicos e metafísicos exigida pelo programa do movimento. Aqui, Boccioni funde aspectos do Cubismo e do Impressionismo para transmitir a experiência óptica e emocional oferecida por uma artéria citadina à noite. Esta tela foi incluída na Exposição Futurista inaugurada em Paris a 5 de fevereiro de 1912 e que depois excursionou pela Europa.

 

Cartaz de propaganda de um sarau futurista.

 

 

Giacomo Balla - Velocidade de carro
Cubismo, Futurism and Construtivism
London: Thames and Hudson Ltd., p. 27